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Manu Gavassi e Rafael Infante vivem casal em ‘Não Tem Volta’: 'Ele roubava minhas piadas' - Ingresso.com
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Manu Gavassi e Rafael Infante vivem casal em ‘Não Tem Volta’: 'Ele roubava minhas piadas'

Comédia chega aos cinemas nesta semana

Laysa Zanetti
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Manu Gavassi e Rafael Infante vivem casal em ‘Não Tem Volta’: 'Ele roubava minhas piadas'

Henrique não foi capaz de esquecer a ex namorada, a tal ponto que, cansado de lidar com a dor, decidiu contratar uma empresa de assassinos de aluguel para matá-lo. O que para ele havia sido uma decisão fácil torna-se um grande problema quando a mesma ex, Gabriela, resolve voltar e dar uma nova chance ao relacionamento. Com a amada de volta, foi-se embora a vontade de morrer —e não existe cancelamento do pacote contratado por ele. Agora, como lidar com o matador que persegue o casal por todos os lugares?

Essa é a premissa de “Não Tem Volta”, nova comédia de ação estrelada por Rafael Infante e Manu Gavassi, que chega aos cinemas no próximo dia 23 de novembro. Segundo o diretor, César Rodrigues, o filme tem uma pretensão a mais além de divertir: usar a jornada do casal para abrir um debate sobre a fragilidade, os riscos e o medo de agir e crescer.

Apesar de tudo parecer profundo, complexo e drástico demais, a realidade é o exato oposto. A premissa é tratada com muita leveza na trama escrita por Fernando Ceylão, e o filme é recheado de boas surpresas, que movimentam a história e mexem com a perspectiva de quem está assistindo. Para garantir a diversão, o filme conta com a tranquilidade e a boa química entre Infante e Gavassi, que convencem como um casal e conseguem arrancar risadas mesmo das cenas mais sérias. No fim das contas, “Não Tem Volta” é uma comédia de situações absurdas, em que se equilibram na balança dois contrapontos: de um lado, a importância cura do relacionamento; de outro, as maluquices de Henrique para se livrar dos assassinos que ele mesmo contratou —sem que Gabriela descubra o que está realmente acontecendo.

“Eu fiquei muito feliz por haver esse lado romântico no filme também. A princípio, é um filme de ação, e isso acaba sendo um respiro", contextualiza Manu Gavassi, sobre o afeto entre os personagens principais. "Tentamos nos divertir ao máximo para fazer sentido, porque se a Gabriela fosse uma chata, e se eles não tivessem química, o filme estaria perdido. Precisava ser uma relação muito legal para ele chegar a esse ponto de drama.”

Infante conta que, para se conectar com o personagem e a história, facilitou o fato de as trocas com Manu fluírem bem. “Hoje, minhas escolhas de vida são as coisas que fui adquirindo, e assistindo”, comenta o humorista, recordando-se de algo que conta ter aprendido assistindo a uma peça de Andréa Beltrão. “Então, foi um casamento feliz com a Manu, porque nossas referências de vídeo bateram de uma forma agradável, e isso vai para a tela. Esse foi o diferencial.”

Ao longo do filme, Gabriela e Henrique passam por todo tipo de situação para que ele escape de sua morte quase certa, que vão de um jantar romântico que sai completamente errado a uma viagem repentina para Salvador cujas consequências incluem um dos personagens precisando pular de um carro em movimento ladeira abaixo. Tudo isso regado a muito improviso. “O que surpreende no Rafa, como protagonista, é ele transitar muito bem entre a comédia e o drama”, elogia Manu. “Mas ele roubava as minhas piadas”, continua, bem-humorada. “Às vezes eu fazia uma piada e na cena seguinte ele ia lá e roubava.”

Para a atriz, além do desafio técnico de atual em um filme com tantas cenas de ação, é interessante observar uma espécie de inversão de papéis tradicionais de gênero entre Gabriela e Henrique. Enquanto ele é o homem romântico, que se entrega aos sentimentos, ela é quem prioriza a sua independência e não perde de vista a vida profissional.

“Há algum tempo, isso seria tratado de maneira diferente. E eu me identifico muito com isso da Gabriela, porque eu, várias vezes, pensei duas vezes no amor, na minha carreira, no meu legado antes. Acredito que seja uma dúvida da minha geração de mulheres, é uma questão mais recente. Agora, todas as minhas amigas se identificam com isso, e pensam duas vezes antes de comprometer a independência. Isso foi algo que demoramos a construir, então é bem atual a mulher priorizar isso.”

Ainda que concorde, Rafael enxerga a questão de um ponto de vista diferente. “Eu fui criado no ambiente da psicanálise na minha casa, então, para mim, eu sempre percebi que homens e mulheres viviam isso de forma igual”, contextualiza, citando o pai, que é psiquiatra, e a mãe, uma psicóloga. “Acredito que existem essas duas sombras e que isso é um movimento muito importante que está sendo refletido na arte, na cultura e no entretenimento, mas essas questões são masculinas e femininas, e acho bonito que existam todos os lados.”

“Não Tem Volta” ainda tem no elenco Diogo Vilela, Betty Goffman e Roberto Bomtempo, com participação especial de Caíque Nogueira. O longa estreia amanhã, quinta-feira (23), em salas selecionadas pelo país. Garanta o seu ingresso por meio do nosso site ou app.

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