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Como o cuidado com o acervo do Studio Ghibli garantiu a restauração de ‘Princesa Mononoke’ em 4K - Ingresso.com
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Como o cuidado com o acervo do Studio Ghibli garantiu a restauração de ‘Princesa Mononoke’ em 4K

Como o cuidado com o acervo do Studio Ghibli garantiu a restauração de ‘Princesa Mononoke’ em 4K

Versão restaurada da aclamada animação de 1997 já está em cartaz nos cinemas brasileiros

Pamela Cordeiro
22/08/2025 | 19:46Atualizado em: 22/08/2025 | 19:49
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Com quase 30 anos de história, na última quinta-feira (21), “Princesa Mononoke” (1997), uma das animações mais aclamadas do Studio Ghibli, voltou aos cinemas do Brasil em uma versão restaurada em IMAX 4K.

A iniciativa, que integra as comemorações de 40 anos do estúdio, oferece aos fãs a oportunidade única de vivenciarem a obra-prima de Hayao Miyazaki como ela foi originalmente concebida: na imersão das telonas.

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Mais do que seu impacto narrativo e visual, o filme também se destaca pelo marco tecnológico que representou para o Studio Ghibli, sendo um dos primeiros do estúdio a integrar o uso de CGI (imagens geradas por computador) com os projetos animados desenhados à mão, como uma forma de aprimorá-los, algo que Miyazaki havia se oposto veementemente no passado.

A versão de “Princesa Mononoke” que chegou aos cinemas em 1997 já evidenciava como o estúdio era capaz de incorporar tecnologia de ponta sem abrir mão dos traços desenhados que caracteriza sua identidade. Agora, com a restauração em IMAX 4K, o estúdio reafirma sua habilidade em atualizar suas obras clássicas, realçando ainda mais a experiência visual.

Em entrevista ao portal The Verge, Atsushi Okui - atual vice-presidente dos Studios Ghibli e que trabalhou como diretor de fotografia em filmes como “Porco Rosso: O Último Herói Romântico” (1992) e “O Castelo Animado” (2004) - revelou que o processo de restauração de “Princesa Mononoke” começou cerca de uma década atrás, quando a tecnologia estava começando a se tornar mais amplamente utilizada:

“Nós escaneamos ‘Mononoke’ cerca de dez anos atrás e eu estou tão feliz que fizemos em 4K, porque só agora que as pessoas estão começando a ver a eficácia desse formato. A nova restauração realmente mostra o grande potencial que o filme de celuloide tem, porque ele funciona muito bem na tela grande”.

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A fala do executivo se refere à forma como um filme foi preservado, já que, dependendo de como isso ocorreu, há diferentes formas de restaurá-lo e remasterizá-lo. Normalmente, quando os negativos originais foram excessivamente usados ou perdidos, os estúdios precisam recriar trechos digitalmente, o que pode gerar lacunas preenchidas artificialmente. Esse, no entanto, não foi o caso com “Princesa Mononoke”. Como o longa foi filmado em celuloide de 35mm e os negativos originais foram preservados, a restauração em 4K pôde ser realizada mantendo-se fiel à visão original de Miyazaki e entregando ao público a experiência do que a equipe criativa imaginou para o longa.

Na trama do longa, o jovem príncipe Ashitaka é amaldiçoado por um demônio e parte em uma jornada para encontrar uma cura, até que chega a uma região devastada por conflitos entre humanos – representados por Lady Eboshi e sua Cidade do Ferro -, e os espíritos da floresta, liderados por San, a misteriosa “Princesa Mononoke”, uma jovem criada por lobos gigantes e defensora implacável da floresta.

A versão restaurada em IMAX 4K de “Princesa Mononoke” já está em cartaz nos cinemas brasileiros – garanta seus ingressos por meio de nosso site ou app.

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