Baseada na obra e vida do premiado escritor chileno Roberto Bolaño, DESERTO chega ao Rio de Janeiro.
Dias 08 e 09 de agosto. Sábado às 20h00 e Domingo às 18h00
Espetáculo triplamente indicado ao Prêmio APTR nas categorias Melhor Direção, Dramaturgia e Ator protagonista, e vencedor do 35º Prêmio Shell na categoria Melhor Ator, DESERTO é dirigido e escrito por Luiz Felipe Reis e protagonizado pelo ator Renato Livera.
Primeira criação teatral brasileira baseada na obra e nas memórias do premiado escritor chileno Roberto Bolaño, DESERTO ilumina a jornada criativa de Bolaño a fim de refletir sobre o papel do artista e da criação poética em meio à violência do mundo contemporâneo.
“Bolaño é o mais influente e admirado romancista de língua espanhola da sua geração.”
Susan Sontag
DESERTO é a primeira encenação brasileira baseada em fragmentos de diferentes obras e das memórias do premiado escritor chileno Roberto Bolaño (1953-2003), considerado o maior autor latino-americano da virada do século XXI e o principal sucessor do boom literário latino dos anos 1960 que revelou ao mundo nomes como Júlio Cortázar, Mario Vargas Llosa e Gabriel García Marquez.
DESERTO é o sexto espetáculo idealizado e realizado pela Polifônica ( www.polifonicacia.com ) e desde a sua estreia, em 2024, se tornou um grande sucesso de crítica e de público, tendo acumulado uma série de indicações aos principais prêmios teatrais da cidade, como APTR e Shell, nas categorias Ator, Direção e Dramaturgia. A peça realizou três temporadas longas no Rio de Janeiro (Teatro Futuros e Teatro SESI Firjan, 2024, Teatro Poeira, 2025), uma temporada de São Paulo (Sesc Santana, 2025) e teve suas sessões lotadas no 25º Festival Cena Contemporânea, em Brasília, e no 32· Porto Alegre em Cena, em Porto Alegre. Fez suas primeiras apresentações internacionais no Festival Teatro A Mil (Chile), em Janeiro de 2026.
DESERTO leva à cena uma fascinante experiência multilinguagem, que articula o teatro com a literatura, a poesia, a música e instalações de vídeo a fim de celebrar e manter vivo o legado de um dos mais reconhecidos escritores da História da América Latina — eleito pelo The New York Times, por exemplo, como um dos maiores romancistas do século XXI por obras como “Os detetives selvagens” e “2666”.
Em DESERTO, Bolaño tem sua obra revisitada e recriada a partir de uma dramaturgia que propõe uma reflexão coletiva: qual o papel do artista e da criação poética em meio à violência do mundo contemporâneo?
“Olhamos para a vida e a obra de Bolaño a fim de investigar coletivamente qual é o lugar e o papel da criação poética em meio à ordem política, econômica e cultural vigente, neoliberal, dominada pelo imperativo do crescimento e da maximização infinita do lucro e dos ganhos de poder. Sob tal ordem e seus inúmeros dispositivos de coerção e de violência, o que tem a oferecer o poeta e a poesia, o escritor, o artista, como contraponto, e como alternativa de vida?”, diz o diretor.
Em cena, Renato Livera se aproxima da figura do escritor, emprestando corpo e voz às suas palavras, extraídas de obras emblemáticas como “A universidade desconhecida”, “2666”, “O gaúcho insofrível”, “Entre parêntesis” e “Bolaño por si mesmo”. A partir destes diferentes textos e materiais — poemas, crônicas, conferências, entrevistas —, DESERTO compartilha com o público suas reflexões autobiográficas e artísticas — sua relação com a escrita e com a poesia, com a História política da América Latina, com a violência do machismo e do sistema capitalista —, em suma: suas mais recorrentes preocupações éticas e estéticas, políticas e poéticas. Propondo um jogo de atravessamentos entre arte e vida, DESERTO olha para Bolaño e para seu compromisso com o fazer literário a fim de questionar qual o lugar da poesia e dos poetas em meio à violência do mundo contemporâneo.
“DESERTO reverbera o grande ponto de interrogação que se encontra ao longo de toda a obra de Bolaño: ele se indaga continuamente sobre a viabilidade da poesia, da criação poética artística, em meio à disseminação da violência, da opressão e da devastação que marcam nosso mundo atual, dominado globalmente pelo regime totalitário do capital”, diz Luiz Felipe Reis.
Resultado de uma extensa pesquisa na obra de Bolaño, DESERTO aborda, sobretudo, os últimos anos de vida do escritor. Diagnosticado com uma doença hepática crônica, em 1992, Bolaño passou sua última década de vida lidando com uma doença de certa forma silenciosa, enquanto se dedicava à conclusão de obras como “2666”, sua obra-prima final, e “O gaúcho insofrível”, sua última coleção de contos. Neste sentido, DESERTO acompanha um poeta diante da morte enquanto aguarda um transplante de fígado, porém afirmando, até o fim, a vida em contínua criação.
“Toda sua trajetória, e sobretudo seus últimos anos de vida representam, de certa forma, a batalha cotidiana dos artistas no mundo contemporâneo, uma luta contínua contra diferentes forças de restrição e de opressão, contra o processo de desertificação das subjetividades e de desvitalizarão do imaginário a que estamos sendo submetidos pelo mundo neoliberal e digital”, diz o diretor. “Sua obra, assim como nossa peça — ao menos é o que esperamos —, apresentam o que chamo de contracenas ao estado atual do mundo, ou seja, cenas que se levantam criticamente e prepositivamente em relação ao estado atual do mundo, ao estado desértico a que o mundo ruma, à disseminação irrestrita do horror e das forças de destruição que se alastram e englobam a Terra: violência neoliberal, necropolítica, ecocídio, feminicídios, fascismos e autoritarismos que vicejam por todos os lados, nas Américas e além”.
Ao passo que acompanha de perto a etapa final da vida do escritor, DESERTO também é atravessado por flashes de diferentes momentos da impressionante jornada de vida de Bolaño. Nascido em Santiago do Chile e criado entre Valparaíso e Los Ángeles, Bolaño deixa o Chile para residir no México em 1968, aos 15 anos. Pouco tempo depois, no começo dos anos 1970, decide tomar um ônibus e atravessar as Américas para retornar ao Chile e participar da revolução da esquerda liderada por Salvador Allende. Com o golpe e a morte de Allende, em 1973, no entanto, ele retorna para a Cidade do México, onde vive até 1977, quando decide emigrar novamente, dessa vez para a Espanha, país em que vive até sua morte, em 2003. DESERTO é a recomposição de rastros dessa aventura, e recria em cena passagens importantes desta trajetória, marcada por seu espírito inquieto e contestador, inconformado com a opressão das normas, das injustiças e com a violência humana.
DESERTO, por fim, reflete a aventura de ser poeta em meio a um mundo globalmente colonizado e dominado pelo imperativo dos números e do lucro, da utilidade e da eficácia a serviço do capital; um sistema de mundo marcado pela exploração e pela devastação de tudo que é vivo. Por sua vez, em contraponto a esta pragmática e destrutiva lógica de mundo, Bolaño se afirma, através da sua vida e sua obra, como um poeta e um cidadão pactuado com Eros e com o Cosmos, ou em outras palavras: com as forças de criação.
“Sua obra e sua vida afirmam uma ética, uma forma de existência: Bolaño enxerga a poesia, a aventura poética, como uma forma de vida, como uma forma de escapar e de se contrapor ao conjunto de normas e hábitos — bastante opressores — impostos pelo regime totalitário do capitalismo em sua forma contemporânea, neoliberal, marcada pela intensificação do desamparo, da desigualdade e da injustiça econômico social, dos conflitos, do sofrimento psíquico, da exaustão ambiental, em suma, pela desertificação de tudo que é vital e fundamental à vida”, diz o diretor. “DESERTO é, em boa medida, uma contracena que se levanta contra o atual processo de desertificação e de desvitalização dos nossos corpos e subjetividades, e que afirma a poesia como uma forma de vida: mais lúdica e criativa, e que potencializa, acima de tudo, a viabilidade da nossa existência”.
Atualmente, pode-se dizer que Roberto Bolaño já é reconhecido como um verdadeiro “clássico contemporâneo”, mas ainda hoje, no Brasil, sua obra é menos conhecida e lida do que se pode imaginar. Ao recriar em cena fragmentos da vida e da obra do autor, DESERTO pretende contribuir para a difusão da obra de Bolaño no país e atuar, também, como porta de entrada ao fascinante universo literário do autor de “Os detetives selvagens” e de “2666”, considerado por muitos o maior expoente das letras latinas desde o grande boom dos anos 1960-70 que apresentou ao mundo nomes como Gabriel García Márquez, Júlio Cortázar, Carlos Fuentes e Mario Vargas Llosa.
Ficha técnica
Direção e dramaturgia original: Luiz Felipe Reis
Baseada em fragmentos da vida e obra de Roberto Bolaño
Atuação: Renato Livera
Direção assistente: Julia Lund
Interlocução dramatúrgica: José Roberto Jardim
Direção de movimento e preparação corporal: Lavínia Bizzotto
Direção musical e criação sonora: Pedro Sodré e Luiz Felipe Reis
Cenografia: André Sanches e Débora Cancio
Figurino: Miti
Criação de vídeo: Julio Parente
Iluminação: Alessandro Boschini
Operação de vídeo: Amarildo Moraes
Operação de Luz: Rodrigo Lopes
Operação de Som: Pedro Sodré
Design gráfico: Bruno Senise
Fotografia de estúdio: Renato Pagliacci
Fotos de divulgação: Renato Mangolin
Cinematografia: Chamon Audiovisual
Direção de produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela (Galharufa)
Produção executiva: Roberta Dias (Caroteno Produções)
Idealização e coprodução: Polifônica
Sobre Roberto Bolaño, o diretor e dramaturgo Luiz Felipe Reis, o ator Renato Livero e a Cia. Polifônica
Roberto Bolaño – Nascido em 28 de abril de 1953, em Santiago do Chile, Roberto Bolaño Ávalos era filho de um caminhoneiro e de uma professora. Radicado na Espanha a partir de 1977, Roberto Bolaño consolidou-se, na virada do século XXI, como o maior nome da literatura latino-americano, em escala mundial, desde Gabriel García Márquez. Depois do sucesso de crítica de “A literatura nazi na América” (1996), publicou diversas obras em poucos anos, tendo “Os detetives selvagens” e “Putas assassinas” entre seus títulos mais elogiados, premiados e conhecidos — Bolaño conquistou os prêmios Herralde (1998) e Rómulo Gallegos (1999) por “Os detetives...”.
Em 15 de julho de 2003, Roberto Bolaño morreu de insuficiência hepática, em Barcelona, aos 50 anos. Ele deixou contos e romances inéditos, entre os quais sua obra prima final, o monumental romance “2666”, vencedor do Salambó Prize (2004) e do National Book Critics Circle Award (2009).
Luiz Felipe Reis é diretor teatral, dramaturgo, criador audiovisual e cofundador da Polifônica – Núcleo de Pesquisa e Criação Artística (www.polifonicacia.com). Também é curador de artes cênicas (Festival Cena Brasil Internacional) e de cinema (Aquarius), jornalista e crítico de teatro e de música (Jornal do Brasil, 2007-2010; O Globo, 2010-2018), além de pesquisador nas áreas de Artes Performativas, Encenação Contemporânea e Questão Ambiental, com mestrado (PUC-RJ) em Literatura, Cultura e Contemporaneidade.
Como diretor teatral, dramaturgo, criador audiovisual e pesquisador, investiga procedimentos de criação artística a partir das noções de Polifonia, Polifonia Cênica e de Contracenas ao Antropoceno. À frente da Polifônica, assinou texto, direção e concepção sonora e visual das peças “Estamos indo embora...” (2015; indicada ao prêmio Shell de Inovação), “Amor em dois atos” (2016; indicada ao prêmio Cesgranrio de melhor direção, e prêmio APTR de melhor atriz e ator), “Galáxias” (2018), além das obras de teatro audiovisual “Tudo que brilha no escuro” (2020), indicado ao prêmio APTR de melhor criação; e “VISTA” (2023), obra baseada no romance “Vista Chinesa”, de Tatiana Salem Levy, e vencedora do Prêmio Deus Ateu de Artes e Teatro 2023 (melhor espetáculo). Em 2024, assina a direção e a dramaturgia original de “DESERTO”, primeira criação teatral brasileira inspirada nas obras e memórias do escritor chileno Roberto Bolaño.
Para 2025, planeja a estreia dos projetos “AWEI!”, baseada no livro “Banzeiro onkòtó”, de Eliane Brum; e “Eddy. Uma história de violência”, a partir da obra do escritor francês Édouard Louis. À frente do Núcleo de Pesquisa e de Criação Artística da Polifônica, ministra o curso CENA é MUNDO – Outros reais possíveis.
Renato Livera é ator brasileiro, dramaturgo e diretor. Natural de Goiânia. Artista profissional desde 1998, graduou-se em Artes Dramáticas em 2007 e trabalhou com importantes diretores de Teatro, Tv e cinema, transitando por diferentes linguagens. Em 2015 foi indicado a “Ator Revelação da TV” no prêmio “Troféu Imprensa”. No mesmo ano foi eleito melhor ator cômico pelo prêmio “Notícias da TV", repetindo a conquista em 2016. Recebeu ainda a indicação de melhor ator coadjuvante no teatro através do prêmio “Ítalo Rossi”, em 2014.
Atualmente está no elenco da nova novela da Globoplay “Guerreiros do Sol”, prevista para 2025, mas pode ser visto em séries premiadas e de sucesso mundial como: “DOM” (Prime Vídeo), “Um Contra Todos” (FOX Premium), “A Magia de Aruna (Disney Channel) e “Matches” (Warner Channel).
Na Televisão trabalhou na TV Globo, nas novelas “Malhação”, “Paraíso”, “Tempos Modernos”, “Araguaia” e “Quanto mais vida melhor”. Na Rede Record atuou nas novelas “Máscaras”, “Pecado Mortal”, “Apocalipse” e “Os Dez Mandamentos”, onde deu vida ao personagem de grande sucesso “Simut”.
Como diretor de cinema dirigiu o curta ficção “Acordes”, o curta documentário “Território” e o longa documentário “Vozes da Alvorada”. Atuou em longas metragens como “Divina” de Alvarina Souza e “O Tronco” de João Batista de Andrade, além de curtas metragens premiados, entre eles "Arroba" que ganhou o prêmio Júri popular do Festival Claro Curtas e “Guia Prático para escolher o sofá dos seus sonhos”.
No Teatro, atualmente circula com o monólogo “DESERTO”, com direção de Luiz Felipe Reis, e também com o solo “Colônia”, indicado ao prêmio APCA e sucesso de crítica em festivais nacionais e internacionais, no Brasil, Portugal e Chile. Integrou o quadro de atores propositores do coletivo cênico Ateliê Usina, coordenado por Alexandre Mello e o Grupo Alice 118, coord. pela diretora Ana Kfouri. Em 2007 fundou a Cia. Físico de Teatro, assinando a direção do espetáculo Felizes para Sempre e idealizando o premiado espetáculo “Savana Glacial”. Ainda pela Cia. Físico de Teatro assinou a direção do espetáculo “FÃ-CLUBE” em 2012 e “Temporada de Verão” em 2014. Ainda como diretor teatral foi convidado a dirigir pequenas peças cômicas no projeto Clube da Cena nos anos 2009 e 2010, além de dirigir também os trabalhos das turmas onde atuava como diretor e professor pesquisador, no Centro de Estudo Artístico Experimental do Sesc Tijuca, de 2004 a 2008.
Polifônica – Desde 2015, a Polifônica se dedica a uma pesquisa estética e temática focada nos conceitos de Polifonia Cênica e de Contracenas ao Antropoceno. Em conjunto, estas noções buscam estimular a experimentação de diferentes formas de abordar e de responder artisticamente ao AntropoCapitaloceno, ou seja, aos distúrbios ecológicos, sociais e políticos gerados pela engrenagem ideológica antropocêntrica, colonialista, capitalista e neoliberal. Elaborada pela Polifônica, a partir de uma pesquisa sobre a obra teórica e prática de Heiner Goebbels, a noção de Polifonia Cênica busca estabelecer uma relação horizontal, descentralizada e colaborativa entre diferentes elementos, linguagens e formas de arte na composição do fazer teatral. (fonte: https://www.polifonicacia.com ) .
Serviço:
Teatro TotalEnergies
Duração: 80min.
Classificação: +16 anos.
Sábado às 20h00.
Domingo às 18h00.
Plateia A : R$ 120,00 Inteira / R$ 60,00 Meia.
Plateia B : R$ 50,00 Inteira / R$ 25,00 Meia.
Não será permitida a entrada após o início do espetáculo!
Este espetáculo conta com recursos de acessibilidade para proporcionar uma experiência mais inclusiva a todos os públicos. Disponibilizamos intérprete de Libras, audiodescrição, legendagem e fones abafadores, garantindo mais conforto e autonomia para pessoas com deficiência e pessoas com sensibilidade sensorial.
1.Desconto R$ 60,00 - LISTA CLASSE
- Somente bilheteria, por meio de nome na lista
2. Desconto 50% - TotalEnergies
- Bilheteria: Compra de até dois ingressos (beneficiário + acompanhante). Validação mediante apresentação do código de desconto.
- Online: Compra de até dois ingressos (beneficiário + acompanhante) selecionando a opção “desconto 50% TotalEnergies”. Para validar, basta inserir o código no campo CUPOM.
3. DESCONTO 50% - INSTITUTO CULTURAL VALE
- Bilheteria: Compra de até dois ingressos (beneficiário + acompanhante). Validação mediante apresentação do código de desconto.
- Online: Compra de até dois ingressos (beneficiário + acompanhante) selecionando a opção “desconto 50% - INSTITUTO CULTURAL VALE”. Para validar, basta inserir o código no campo CUPOM.
4. DESCONTO 50% VIZINHOS DO TEATRO TotalEnergies
Público contemplado: Moradores dos prédios em torno do Teatro TotalEnergies
- Bilheteria: compra de até dois ingressos (beneficiário + acompanhante), mediante o comprovante de residência da rua Praia do Flamengo, dos números 2 a 20.
- Online: compra de até dois ingressos (beneficiário + acompanhante), comprovação deve ser feita presencialmente, mediante a apresentação do comprovante de residência no ato da compra.
5. DESCONTO 50% - CLUBE O GLOBO
- Bilheteria: compra de até dois ingressos (beneficiário + acompanhante), mediante apresentação da carteirinha do Clube O Globo.
- Online: compra de até dois ingressos (beneficiário + acompanhante) selecionando a opção “Promocional Clube O GLOBO - 50%” e inserir o código promocional, caso você não tenha este código, entrar em contato com o SAC do Clube o Globo, comprovação deve ser feita presencialmente, mediante a apresentação da carteirinha na entrada do evento.
6. DESCONTO 15% - INGRESSO TRR. TTE. EVRH.
- O público que adquirir ingresso para qualquer programação do Teatro Riachuelo, Teatro TotalEnergies, EcoVilla Ri Happy deverá apresentar o ingresso na bilheteria do Teatro TotalEnergies. Promoção válida para todos dias de espetáculos, sobre o preço de inteira e para qualquer setor.
7. Desconto 20% - CADASTRO SITE
- Online: compra de até dois ingressos (beneficiário + acompanhante) selecionando a opção “Cadastro Site” e inserir o código promocional TEATRO20.
Politíca de Cancelamento: https://eventos.ingresso.com/portal/pt-br/kb/eventos/pol%C3%ADtica-de-trocas-e-cancelamentos
Meia-Entrada
- Estudantes:
Estudantes devem apresentar o DNE(Documento Nacional Estudantil), que deverá constar obrigatoriamente os seguintes dados: nome civil completo; ou nome social, na hipótese de estudante travesti e transexual; nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado; grau de escolaridade; curso, obrigatório para estudantes de curso técnico, graduação e pós-graduação; data de nascimento do estudante; documento de identidade (RG, CNH, RNE ou passaporte); cadastro de pessoa física do Ministério da Fazenda (CPF), obrigatório para estudantes de graduação, especialização, mestrado ou doutorado; código de uso; data de validade até março do ano subsequente ao da expedição da CIE, no verso do cartão. Na hipótese de estudante travesti e transexual, apenas o nome social será impresso na CIE, acompanhado da seguinte declaração em local visível: “documento impresso com nome social”. Neste caso, o nome civil do estudante poderá ser consultado na versão digital da CIE, conforme orientações abaixo. Na face de identificação do documento constará uma fotografia recente do estudante, na proporção 3x4. Código de uso: é o número de registro do estudante contendo uma sequência alfanumérica única em todo o território nacional para cada CIE emitida, de até 8 (oito) caracteres. A obrigatoriedade do QR Code consta na portaria nº 2 do ITI e passou a vigorar a partir de 31 de maio de 2017 Consulte também: www.documentodoestudante.com.br Lei Federal 12.933/13, Decreto Federal 8.537/15 e Medida Cautelar Provisória concedida pelo STF em 29/12/2015.
- Idosos:
Idosos de 60 anos ou mais deverão apresentar documento de identidade oficial com foto.
- PCDs (Pessoas com Deficiência):
Pessoas com Deficiência deverão apresentar o cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento da apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
- Jovens de Baixa Renda:
Jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos deverão apresentar carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
- Menores de 21 anos:
Menores de 21 anos deverão apresentar Carteira de identidade ou documento com foto válido.
- Professores e Profissionais da Rede Pública Municipal de Ensino, da Rede Pública Estadual de Ensino e da Rede Particular de Ensino:
Professores deverão apresentar carteira funcional emitida pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.